Fevereiro 28, 2009
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A psicanálise (lacaniana) e percurso acadêmico (mestrado e doutorado-Unicamp)vêm até 2000, quando passo a assinar a coluna Cotidiano da “Showroom”. Em 2006 - uma virada decisiva - oficina de criação literária com Nelson de Oliveira, com quem integro o Projeto Portal. Contos breves publicados na revista Portal Neuromancer (dez/08) e Portal Stalker (junho/09).Venho trabalhando o estranhamento de extração onírica e a concisão das micronarrativas,meus dois objetos de estudo na pós.
3 comentários:
Ouvindo “A Fila” no gengibre me deparei com um microconto rico de elementos que nos remetem a uma reflexão sobre nós mesmos. Fila, funerária, funilaria – cinza, branco, preto – saber seu destino, sem destino, apenas caminhar – aparecer um sentido caído do bolso ou o sentido não surgir... E por aí vai! São muitos elementos enigmáticos.
Um quebra-cabeça se difere de um enigma por ter uma última peça que quando colocada a cena se completa, o sentido se fecha. Contrariamente o enigma não responde a um sentido único. Ao deixar seu final em aberto, o Marco Antonio nos possibilita colocar nosso próprio sentido, ou ficarmos perplexos diante do sem sentido. Jogada de Mestre!
Uma obra de arte não se interpreta. É ela que nos interpreta, na medida em que nos conduz pelo nosso universo de significantes, deixando assim a responsabilidade pelo sentido em nós mesmos.
Parabéns, Marco! Muito bom.
mariluci:
Oi, Marco Antônio
Obrigada pelo convite. Provavelmente ,estarei presente ao evento, na condição de ouvinte, é óbvio.
Escutei seu conto pelo gengibre. Inicialmente, a leitura foi feita por alguém com sotaque... o /R/ parecia variante linguística da minha região.rsrs
Depois acredito q era vc q falava, mas tive de interromper e , para surpresa minha, sumiu do meu Orkut.
Abraço
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