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BO ! (aramaico)

janeiro 31, 2012

PECADO ORIGINAL - DECAS



                                                         COPINHOS DE CAFÈ MUITOS VIRAM COISA MAIOR (arquivo WEB)


PECADO ORIGINAL[Deca]*


Por Marco A. de Araújo Bueno


Estendeu-me um percal de duzentos fios: - Coma-me! Eu -Como assim?

janeiro 29, 2012

FUNDIDA/VAGA

                               INFINITUM - V.II (Meu)
VAGA – PARTE I

Por Marco A. de Araújo Bueno

Então não se fala mais no assunto e o que fodeu, fundido está. Como? Não compreende, não alcança a mecânica da coisa? Pois bem, sejamos profundos ainda mais, na sujidade dela. Pois ela não tinha balisas, critérios, fosse no que fosse. Um cata vento para os antecedentes, uma irresponsável frente às conseqüências. No início nem sabia do que se tratava, saltava alegrinha no vácuo. Mas sempre houvera quem a ancorasse nalguma gavetelha da moralidade vigente.Acabava por se fundir às versões dela, às ficcionalidades, compreende?

janeiro 10, 2012

BALIZAS


BALIZAS

Por Marco A. de Araújo Bueno

Há distância em teus olhos
De lonjuras tão lilases.
De parecer que os olhos comprimem
Horizontes ao infinito.

De parecer com os versos que fito 
E  que rimam com nada;
Ressoam  ao infinito, distâncias...
Lonjuras comprimidas por lábios de rocha.

Os olhos dizem sim;
Os lábios – nunca .
E o soneto se finda num terceto faltante.


janeiro 03, 2012

SEXTILHA DO DOZE AO DOZE_Dez/Jan/12


                                           MEU DIA UNIVERSAL DA PAZ E HUMOR
POEMAS DE ACETÁBULO -II

 Descansa, celulose arriada,
(Artrite de pós guerra)
Que há ranhuras menos trilhos
Que delírios com eira sem beira
No estertor do sempre que te teve
Entretida em vãos e traços.