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BO ! (aramaico)

setembro 27, 2007

Drops teóricos sobre a micronarrativa: J.M.Merino: "[MC] muy cercano al alforismo, a la poesia, pero COM MOVIMIENTO!"



Questionado por W.M. Sabogal ("El País.com)sobre como "descobrir o néctar" do microconto, J.Maria Merino responde: -" Si aciertas. Hay gente que piensa que en el
microrrelato [mais abrangente, penso, que "Microconto"]vale cualquier cosa (...)breve no quiere decir que sea un microrrelato.Tiene que tener sustancia, movimiento
por poquito que sea. Es una quintaesencia narrativa,capaz de moverse e cambiar desde el principio hasta el fin. Ofrece una munanza.

A esta "mudanza", esta experiência reveladora, pretendo adicionar a idéia de Epifania, tal como surge em Clarice Lispector e na escrita de James Joyce, este, a
quem J. Lacan dedica o Seminário XXVIII- "Sinthoma".A propósito da ilustração (que devo a Ju Ramasini -a idéia- e à polivalente equipe do www.postoqueposto.blogspot.com do Dani Serrano, blogueiro do jornalismo), alguém notou a figura icônica de Franz Kafka decalcada no início do muro. Suas histórias curtas, intensas e misteriosas constituem uma das vertentes do Microconto no ocidente. A outra, de extração hispanoamericana, remete desde a um Rubén Dario e Julio Torri até ao "Dinossauro" do guatemalteco Augusto Monterroso.
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