.: “Nós na Rede”
Antes dos “giga” éramos gigantes entre acervos, territórios.Reticularam-me;amesquinhado
setembro 13, 2007
"Nós na Rede"_ Microconto 11 (Dez palavras)
agosto 20, 2007
agosto 16, 2007
Epifanias (Joyce/ Lacan) & micronarratividade
julho 27, 2007
O tempo e o verso, agora- meus.
Trecho de “O Enigma da Poesia”, do livro ‘Esse Ofício do Verso”, de Jorge Luis Borges
Penso que a primeira leitura de um poema é a verdadeira, e depois disso que nos iludimos acreditando que a sensação, a impressão, se repete. Mas, como disse, pode ser mera fidelidade, mero truque da memória, mera confusão entre nossa paixão e a paixão que sentimos uma vez. Portanto, pode-se dizer que a poesia é uma experiência nova a cada vez. Cada vez que leio um poema, a experiência acaba ocorrendo. E isso é poesia. (...) Uma vez escrito, esse verso não me serve mais, porque, como já disse, esse verso me veio do Espírito Santo, do subconsciente, ou talvez de algum outro escritor. Muitas vezes descubro que estou apenas citando algo que li tempos atrás, e isto se torna uma redescoberta. Melhor seria, talvez, que os poetas fossem anônimos. (...) Para concluir, trago uma citação de Santo Agostinho que, a meu ver, vem bem a calhar. Disse ele; “O que é o tempo? Se não me perguntam o que é o tempo, eu sei. Se me perguntam o que é, então não sei”. Sinto o mesmo em relação à poesia.
Penso que a primeira leitura de um poema é a verdadeira, e depois disso que nos iludimos acreditando que a sensação, a impressão, se repete. Mas, como disse, pode ser mera fidelidade, mero truque da memória, mera confusão entre nossa paixão e a paixão que sentimos uma vez. Portanto, pode-se dizer que a poesia é uma experiência nova a cada vez. Cada vez que leio um poema, a experiência acaba ocorrendo. E isso é poesia. (...) Uma vez escrito, esse verso não me serve mais, porque, como já disse, esse verso me veio do Espírito Santo, do subconsciente, ou talvez de algum outro escritor. Muitas vezes descubro que estou apenas citando algo que li tempos atrás, e isto se torna uma redescoberta. Melhor seria, talvez, que os poetas fossem anônimos. (...) Para concluir, trago uma citação de Santo Agostinho que, a meu ver, vem bem a calhar. Disse ele; “O que é o tempo? Se não me perguntam o que é o tempo, eu sei. Se me perguntam o que é, então não sei”. Sinto o mesmo em relação à poesia.
julho 26, 2007
"Breve História do Horror"_microconto 09_Dez palavras
Outrora vinha do céu. Do cosmos.Atualmente está...no ar.
"Trivial Melancolia"_microconto 08_Dez palavras
Ridículo não era o ócio dela,era o pum, gente!
Por Marco Antônio de Araújo Bueno
Por Marco Antônio de Araújo Bueno
julho 25, 2007
"Crueza Sutil do Seqëstro"_Microconto 07_07/07/2007_Para ti
“Crueza sutil do seqüestro”
Tamanha precisão ao nomeá-lo...Hoje – servidão: preciso, aflito d’algum eco!
Por Marco Antônio de Araújo Bueno
Microconto 07 (parâmetro: 10 palavras)
Tamanha precisão ao nomeá-lo...Hoje – servidão: preciso, aflito d’algum eco!
Por Marco Antônio de Araújo Bueno
Microconto 07 (parâmetro: 10 palavras)
julho 04, 2007
"Agenda"_ Oficina-Mote: Depressão, pressão...
“Agenda”
Depressão é a Quarta da semana
Espremida entre uma segunda Terça
E outra Quinta que profana
A sexta em que a precipita.
Vem de pressão em pressão, decaída.
E cai, despenca; rebenta balaio consumido.
Precipitação de um fora para o fundo
Liquefeito na evasão insana. Um Sancho
De Quixote prescindido.
E emenda vazios com vazio não cerzido.
E no frio, respinga ainda suor na agenda,
Comprimindo risco, cuspe e fato
Num garrancho esquartejado.
Compreensão? Coisas da vida? Não!
Depressão é a letra tremida.
Depressão é a Quarta da semana
Espremida entre uma segunda Terça
E outra Quinta que profana
A sexta em que a precipita.
Vem de pressão em pressão, decaída.
E cai, despenca; rebenta balaio consumido.
Precipitação de um fora para o fundo
Liquefeito na evasão insana. Um Sancho
De Quixote prescindido.
E emenda vazios com vazio não cerzido.
E no frio, respinga ainda suor na agenda,
Comprimindo risco, cuspe e fato
Num garrancho esquartejado.
Compreensão? Coisas da vida? Não!
Depressão é a letra tremida.
junho 30, 2007
Dos DIREITOS AUTORAIS-Protegidos
junho 24, 2007
junho 23, 2007
"Odisseu" _ Mote: Clichê no cinema
Odisseu
Por Marco Antônio de Araújo Bueno
Ele estava imbuído de um estilo Chacal.
(Confeitos de cânhamo embebidos em mate);
Vestiu rigoroso traje anti-suspeição e o retocou.
Ganhou a rua, solene, dobrou a echarpe; café!
Acenou ao táxi que não parou, seguiu a pé.
Economia de atos, beirava o trivial, rito e rigor.
Transeuntes pelo museu, ele em transe, trivial.
Pés e mãos gelados em pleno local calafetado.
O cânhamo dilatou a escultura do Canhão. Acenou:
"Leve a peça até a moto, lado a lado, comigo, espeto-lhe!"
Na saída, desarmado da caneta Picasso que nada espetou,
Só via o Canhão reposto ao pilar, soar de sirene e camburão.
Em cana, em fim, apenas uma beatitude e cabeça oca.
Suspeitou: há xixi no traje todo; irretocável. E sorriu.
Depois chorou, exausto. Pediu um mate, alguém gargalhou.
Por Marco Antônio de Araújo Bueno
Ele estava imbuído de um estilo Chacal.
(Confeitos de cânhamo embebidos em mate);
Vestiu rigoroso traje anti-suspeição e o retocou.
Ganhou a rua, solene, dobrou a echarpe; café!
Acenou ao táxi que não parou, seguiu a pé.
Economia de atos, beirava o trivial, rito e rigor.
Transeuntes pelo museu, ele em transe, trivial.
Pés e mãos gelados em pleno local calafetado.
O cânhamo dilatou a escultura do Canhão. Acenou:
"Leve a peça até a moto, lado a lado, comigo, espeto-lhe!"
Na saída, desarmado da caneta Picasso que nada espetou,
Só via o Canhão reposto ao pilar, soar de sirene e camburão.
Em cana, em fim, apenas uma beatitude e cabeça oca.
Suspeitou: há xixi no traje todo; irretocável. E sorriu.
Depois chorou, exausto. Pediu um mate, alguém gargalhou.
junho 21, 2007
"Variações do Desvario"_Micro Conto 04(10 palavras)
"Variações do Desvario"
Marco Antônio de Araújo Bueno
Naquela loucura de vida, enlouqueceu.Marido achou aquilo muito louco.
Marco Antônio de Araújo Bueno
Naquela loucura de vida, enlouqueceu.Marido achou aquilo muito louco.
maio 29, 2007
Alguns dos sites que hospedam textos meus_vide comentários
Recanto das Letras
www.gargantadaserpente.com.br
www.cronopios.com.br
www.minguante.com/n_6/textos.asp?textos=marco_antonio_bueno
http://sonsdesonetos.blogspot.com
http://literar.org
www.escrita.com.br
http://www.jornalorebate.com.br/site/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=101&Itemid=223
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www.escrita.com.br
http://www.jornalorebate.com.br/site/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=101&Itemid=223
maio 15, 2007
"Caso Isolado"_Micro conto 02
“Caso Isolado”
Por Marco Antônio de Araújo Bueno.
Quando arranjou uma moça, na cabeça, foi ter com ela e depois com o corpo dela. Ocuparam-se em mapear um mundo neles. Do impulso ao roteiro e, deste, à rotina até o dia em que perdeu a cabeça e ela o corpo. Uma fatalidade.
Por Marco Antônio de Araújo Bueno.
Quando arranjou uma moça, na cabeça, foi ter com ela e depois com o corpo dela. Ocuparam-se em mapear um mundo neles. Do impulso ao roteiro e, deste, à rotina até o dia em que perdeu a cabeça e ela o corpo. Uma fatalidade.
maio 02, 2007
"Acabamento"_Micro-conto(53 palavras)
"Acabamento"
Por Marco Antônio de Araújo Bueno
Despediu-se em definitivo; pedra em cima, tomou-se de rumo.Voltou apenas para dizer do relativo do gesto, da insuficiência da linguagem e que, sobre a lapidação da pedra, a propósito, mudara de provedor e etc.; ah, também que o etecétera
era provisório e que o contrário de "rumo" poderia ser "amor" mas era "omur" mesmo.
Por Marco Antônio de Araújo Bueno
Despediu-se em definitivo; pedra em cima, tomou-se de rumo.Voltou apenas para dizer do relativo do gesto, da insuficiência da linguagem e que, sobre a lapidação da pedra, a propósito, mudara de provedor e etc.; ah, também que o etecétera
era provisório e que o contrário de "rumo" poderia ser "amor" mas era "omur" mesmo.
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